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sábado, 8 de janeiro de 2011
Arte
Tá, você nunca ouviu falar dela, nem eu! Mas conheci o trabalho da francesa Ludivine Violet, de 37 anos (essa minha mania de colocar a idade é tão Revista-Caras-feelings, neam?!), hoje e achei a arte simples, bem executada e incrivelmente fofa!
domingo, 28 de novembro de 2010
Você pinta como eu pinto?
Acho que todo mundo conhece alguma coisa do Mark Ryden, né? Não? Duvido! Olhaí:
Aposto que agora você já associou outras imagens ao nome, e quero aproveitar esta deixa, não pra falar dele, mas de pinturas que são associadas a ele por causa do estilo. Ele é o principal expoente da arte lowbrow (pra quem nunca entendeu este termo, digamos, resumidamente, que é o lado underground das belas artes; este termo envolve tanta ladainha que precisaria de um post gigante para ser explicado), mas não é o único. E um nome que é muito confundido com o dele é o de Marion Peck, por causa do estilo inegavelmente parecido. Também, pudera, eles são casados desde 2009, mas estão juntos desde 1994! Impossível não haver influência de um na arte do outro! Daí, após ver as pinturas da moça, você vai me perguntar: porra, e como eu faço pra saber quando a arte é da Marion e quando ela é do Mark? (sério, são bastante parecidas)... Eu podia ficar linhas e mais linhas tentando diferenciar os estilos e detalhes pra fins de identificação, mas quer saber? REPARA NOS OLHOS! Os olhos são as peças-chave porque nas pinturas da Marion Peck eles sempre parecem se destacar; é inevitável não olhar primeiro para os olhos da figura central, depois para a pintura... eu acho que é quase uma hipnose o que ela busca mesmo... é mais fácil se sentir observado pela pintura dela.
E no caso do Mark Ryden, os olhos são mais um elemento da composição, que podem se destacar mas nunca são apenas eles, há muito mais informação... até porque muito do que ele quer mostrar são expressões vazias...
Mais subjetivo impossível, né? Ah, é uma opinião minha, claro, mas que sempre me serviu muito bem. Faz um teste:
Aposto que agora você já associou outras imagens ao nome, e quero aproveitar esta deixa, não pra falar dele, mas de pinturas que são associadas a ele por causa do estilo. Ele é o principal expoente da arte lowbrow (pra quem nunca entendeu este termo, digamos, resumidamente, que é o lado underground das belas artes; este termo envolve tanta ladainha que precisaria de um post gigante para ser explicado), mas não é o único. E um nome que é muito confundido com o dele é o de Marion Peck, por causa do estilo inegavelmente parecido. Também, pudera, eles são casados desde 2009, mas estão juntos desde 1994! Impossível não haver influência de um na arte do outro! Daí, após ver as pinturas da moça, você vai me perguntar: porra, e como eu faço pra saber quando a arte é da Marion e quando ela é do Mark? (sério, são bastante parecidas)... Eu podia ficar linhas e mais linhas tentando diferenciar os estilos e detalhes pra fins de identificação, mas quer saber? REPARA NOS OLHOS! Os olhos são as peças-chave porque nas pinturas da Marion Peck eles sempre parecem se destacar; é inevitável não olhar primeiro para os olhos da figura central, depois para a pintura... eu acho que é quase uma hipnose o que ela busca mesmo... é mais fácil se sentir observado pela pintura dela.
E no caso do Mark Ryden, os olhos são mais um elemento da composição, que podem se destacar mas nunca são apenas eles, há muito mais informação... até porque muito do que ele quer mostrar são expressões vazias...
Mais subjetivo impossível, né? Ah, é uma opinião minha, claro, mas que sempre me serviu muito bem. Faz um teste:
domingo, 21 de novembro de 2010
Nem sei
Eu tenho a impressão de já ter postado sobre ele aqui, mas fiz uma busca e não deu nenhum resultado... então, que custa, né?! Se eu não tô lembrando, acho difícil alguém aqui também lembrar...
Na verdade é um dos (muitos) artistas que mais admiro, pela temática e pelo traço, que chama bem a atenção... Derek Hess faz parte do cenário lowbrow que surgiu nos anos 80 e ainda teve muitos representantes que começaram nos anos 90 - honestamente, não sei nem se hoje em dia ainda usam essa classificação -, e entrou definitivamente para o ramo artístico depois que um empresário viu os flyers que desenhava para os shows de rock e blues de um bar em Cleveland. Passou, então, a desenhar cartazes para bandas grandes e suas obras começaram a ser vendidas por valores cada vez mais altos - apesar de acessíveis, se comparados aos preços pagos para se ter obras originais de outros artistas... ah, e como não podia deixar de ser, nesses nossos tempos capitalistas, ele tem uma loja de roupas que eu adoraria ter grana pra comprar... e sabe por que mais eu o admiro? Ele ajuda bastante um abrigo para animais de Cleveland, onde mora até hoje, algo que todos os artistas com alguma visibilidade deveriam fazer!
E, como Shepard Fairey, ele também fez um cartaz para a campanha do Obama - o que eu considero ter sido uma das jogadas de publicidade mais espertas da história: convidar artistas contemporâneos e de obras críticas/polêmicas/engajadas para desenvolver cartazes bem cool!
Na verdade é um dos (muitos) artistas que mais admiro, pela temática e pelo traço, que chama bem a atenção... Derek Hess faz parte do cenário lowbrow que surgiu nos anos 80 e ainda teve muitos representantes que começaram nos anos 90 - honestamente, não sei nem se hoje em dia ainda usam essa classificação -, e entrou definitivamente para o ramo artístico depois que um empresário viu os flyers que desenhava para os shows de rock e blues de um bar em Cleveland. Passou, então, a desenhar cartazes para bandas grandes e suas obras começaram a ser vendidas por valores cada vez mais altos - apesar de acessíveis, se comparados aos preços pagos para se ter obras originais de outros artistas... ah, e como não podia deixar de ser, nesses nossos tempos capitalistas, ele tem uma loja de roupas que eu adoraria ter grana pra comprar... e sabe por que mais eu o admiro? Ele ajuda bastante um abrigo para animais de Cleveland, onde mora até hoje, algo que todos os artistas com alguma visibilidade deveriam fazer!
E, como Shepard Fairey, ele também fez um cartaz para a campanha do Obama - o que eu considero ter sido uma das jogadas de publicidade mais espertas da história: convidar artistas contemporâneos e de obras críticas/polêmicas/engajadas para desenvolver cartazes bem cool!
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Pausa básica
É, pra variar, tô ralando na monografia, então por ora vou ficar só nos links externos...
Mas prometo que depois vou fazer um post sobre Barnaby Barford porque o trabalho dele é realmente diferente, subversivo e muito bem pensado! Pra não morrerem de curiosidade, vejam o site da Zupi se querem saber do que se trata!
Mas prometo que depois vou fazer um post sobre Barnaby Barford porque o trabalho dele é realmente diferente, subversivo e muito bem pensado! Pra não morrerem de curiosidade, vejam o site da Zupi se querem saber do que se trata!
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sábado, 24 de julho de 2010
Especial da semana
Ou do fim de semana, dependendo do tanto de post que vai ter até amanhã, pq dei uma empolgada... mas acho que vou dividir entre os dias da semana, pra fazer uma espécie de homenagem mesmo...

Basta vcs fazerem uma busca aqui e verão que o estúdio e galeria Last Rites, localizado em Nova York, é um estabelecimento lendário no mundo da tatuagem.




Seu fundador, o venerado Paul Booth (na foto acima, no centro), fez de um simples estúdio de tatuagem um espaço para a arte dark e underground, onde todo artista gostaria de poder expor sua obra e onde todo tatuador gostaria de trabalhar nem que fosse por algum tempo.
Apesar de muitos criticarem o lado comercial - não dá pra negar que Booth deve estar ganhando uma bela grana - e a imensa propaganda feita a partir de outros produtos (que vão de camisetas a skins pra celular), acredito que o estúdio ainda continua com sua proposta de apoiar o lado mais lowbrow e independente da arte!


Basta vcs fazerem uma busca aqui e verão que o estúdio e galeria Last Rites, localizado em Nova York, é um estabelecimento lendário no mundo da tatuagem.




Seu fundador, o venerado Paul Booth (na foto acima, no centro), fez de um simples estúdio de tatuagem um espaço para a arte dark e underground, onde todo artista gostaria de poder expor sua obra e onde todo tatuador gostaria de trabalhar nem que fosse por algum tempo.
Apesar de muitos criticarem o lado comercial - não dá pra negar que Booth deve estar ganhando uma bela grana - e a imensa propaganda feita a partir de outros produtos (que vão de camisetas a skins pra celular), acredito que o estúdio ainda continua com sua proposta de apoiar o lado mais lowbrow e independente da arte!

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sábado, 14 de março de 2009
De volta às pinceladas

Já tem um tempo que não posto sobre pintores especificamente, e hoje resolvi apresentar mais um desses gênios que permeiam as mentes alternativas e são famosos quase que somente nesse submundo da arte lowbrow.
Quero mostrar-lhes a pintura do polonês Zdislaw Beksinski, nascido em 1929 e falecido em 2005. O próprio descrevia seu trabalho como barroco e gótico, mas, considerado surrealista pelos críticos, deixou de exibir muitas de suas imagens por considerá-las muito pessoais. Em 1990 ele descobriu o mundo da manipulação digital e se dedicou a esta até sua morte. Tudo que foi feito antes disso, é puro trabalho manual, seja de pintura a óleo ou de montagem fotográfica. Seu website, atualmente, é mantivo pela Belvedere Gallery, uma galeria de arte canadense onde está a maioria de seus quadros.









Por incrível que pareça, as únicas fotos que sofreram algum tipo de edição digital são as que coloquei à esquerda... a primeira foto e as demais centralizadas, apesar de mais parecerem vindas de um artista 3d extremamente paciente e conhecedor de seus recursos, são todas pinturas a óleo!... mesmo porque Beksinski nunca trabalhou com softwares muito sofisticados, e fez trabalhos bem simples no pc...
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Post especial
Já falei sobre ele por alto aqui, mas depois que a Débora (Bathory Soul) comentou, eu resolvi fazer uma postagem decente.
Michael Hussar mora em Pasadena, Califórnia. Ele próprio classifica seu estilo como "circo dos horrores", cujos temas recorrentes são amor, ódio, pecado, redenção e morte. Já exibiu suas pinturas até na biblioteca do Congresso Americano, em Washington DC e tem, na lista de clientes, nomes como Francis Ford Copolla e Leonardo DiCaprio.

Título: Red Star

Título: Sing Like Sinatra

Título: "Buffon"
Ele também fez uma participação no programa L.A.Ink, exibido no Brasil pelo canal de TV a cabo People & Arts. Na verdade acho que esse episódio ainda não passou por aqui, não sei dizer de qual temporada é, e eu morro de preguiça de legendar os vídeos, então vou só postar o link aqui em inglês mesmo. Até porque a TLC é uma bosta com esses lance de copyright, num deixa nem fazer "embed", quanto mais baixar a bagaça pra colocar direto aqui!
Confiram o Corey Miller primeiro reproduzindo uma pintura e, depois, pintando com o cara!
Michael Hussar mora em Pasadena, Califórnia. Ele próprio classifica seu estilo como "circo dos horrores", cujos temas recorrentes são amor, ódio, pecado, redenção e morte. Já exibiu suas pinturas até na biblioteca do Congresso Americano, em Washington DC e tem, na lista de clientes, nomes como Francis Ford Copolla e Leonardo DiCaprio.

Título: Red Star

Título: Sing Like Sinatra

Título: "Buffon"
Ele também fez uma participação no programa L.A.Ink, exibido no Brasil pelo canal de TV a cabo People & Arts. Na verdade acho que esse episódio ainda não passou por aqui, não sei dizer de qual temporada é, e eu morro de preguiça de legendar os vídeos, então vou só postar o link aqui em inglês mesmo. Até porque a TLC é uma bosta com esses lance de copyright, num deixa nem fazer "embed", quanto mais baixar a bagaça pra colocar direto aqui!
Confiram o Corey Miller primeiro reproduzindo uma pintura e, depois, pintando com o cara!
domingo, 25 de janeiro de 2009
Não são só as tattoos

A arte ficou tão resumida ao clássico que muita gente nem se lembra que muita gente continua produzindo e, sinceramente, alguns artistas contemporâneos chegam a ser tão bons quanto os fodões de antigamente... só que com mais sarcasmo, eu acho... É o caso do meu pintor favorito de todos os tempos, Michael Hussar... se não me engano ele é californiano e mistura, de maneira - por que não? - inacreditável, realismo com humor negro além de oferecer alguns workshops de pintura para quem tiver uma graninha sobrando...
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